Oito homens reunidos. Qual será o assunto? Futebol, mulheres, automóveis? Não, nada disso. O assunto é “vale-tudo”.
Num dia desses em que a inspiração estava em baixa, eu e alguns amigos resolvemos nos reunir na casa de um deles. Lá para as tantas da madrugada, já de barriga cheia, nos pegamos sentados em frente a uma tv assistindo a um campeonato de vale-tudo.
Definitivamente, ver dois caras se batendo (pra não dizer “se agarrando”) não é meu programa favorito; mas uma das lutas nos chamou a atenção por se revelar particularmente engraçada. O desafio era entre um franzino japonês, que não devia ter mais de 1,70m, e um gigante de mais de 2 metros (acredito eu) cuja nacionalidade não lembro (devia ser um remanescente dos anaquins).
Todos os que assistíamos àquela luta esperávamos um massacre. O que se via era o japonês dando socos e ponta-pés num adversário inerte. Ele simplesmente não reagia e, ao que parece, nem sentia os golpes que levava. Mas o japonês era perseverante. E foi essa perseverança que inspirou Cristiano a ficar repetindo inúmeras vezes com voz de "Guiodai": Eu sou japonês! Eu sou japonês! Eu sou japonês! (Alguém se lembra de "Guiodai"?). Essa ladainha funcionava como uma espécie de declaração de persistência. Parafraseando, seria algo do tipo: "Eu sou japonês e não desisto nunca".
É aí que me vem à mente a pessoa de Moisés. Grande líder do povo de Deus. Homem com quem o Senhor falava "boca a boca" (cf. Números 12.8). Homem que tinha a difícil missão de guiar um povo murmurador até a Terra Prometida. Podemos, então, chamá-lo de "lutador".
Moisés lutou contra a idolatria, contra a murmuração; lutou até mesmo contra a sua própria vontade quando, achando pesada a sua carga, pediu para morrer (cf. Números 11.14-15) e recebeu a ordem de continuar, daí em diante, ajudado por setenta anciãos. Moisés era um lutador.
No entanto, Deus não o autorizou a usar as próprias mãos na sua luta. Quando isso aconteceu, Deus teve que intervir.
Em Meribá, não havia água para o povo beber. Após ouvir muitas reclamações, Moisés e Arão pedem o auxílio divino. Como sempre, o Senhor tem a solução. Ele disse a Moisés:
"Toma o bordão, ajunta o povo, tu e Arão, teu irmão, e diante dele, falai à rocha, e dará a sua água (...)” (Números 20.8).
Muito simples! Era só falar à rocha. Porém, Moisés não parecia muito satisfeito com a idéia de um papo amigável. Ele olhou para a rocha e, como num vale-tudo, encarou-a como uma inimiga.
"Moisés levantou a mão e feriu a rocha duas vezes com o seu bordão, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e seus animais" (Números 20.11).
Moisés nocauteou a rocha e Deus reprovou sua atitude determinando que ele não entraria na Terra Prometida (cf. Números 20.12). Entretanto, esse homem dá-nos um exemplo ímpar. Em vez de um coração rebelde, ele mostra um coração que ora. Ora para que Deus levante um "homem sobre esta congregação (...) e que entre adiante deles, (...) para que a congregação não seja como ovelhas que não têm pastor" (cf. Números 27.16-17).
Moisés orou para que Deus levantasse alguém que assumisse a sua posição. Josué foi o escolhido.
Perceba que Moisés não fez "biquinho" porque perdeu o direito de liderar o povo na conquista. Aos olhos humanos, ele tinha motivos de sobra para odiar Josué. Mas ele não o fez.
Muitas vezes deixamos de seguir este exemplo e brigamos porque fomos preteridos por alguém. Damos tanto valor aos cargos que temos, que até nossas amizades ficam em segundo ou terceiro plano.
Moisés não era assim. Na oportunidade que teve para desistir de tudo, ele persistiu. Deus ordenou que ele preparasse Josué para liderar o povo e ele obedeceu. Não com amargura, mas com boa vontade.
Será que eu e você faríamos o mesmo? Se Deus tirasse algo de nós e mandasse que nós mesmos o entregássemos a outro, estaríamos prontos para isso? Moisés estava.
Assim como o japonês, Moisés não desistiu. Apesar de não mais participar ativamente da conquista da terra que o Senhor prometera, ele vislumbrava o plano de Deus e colaborou para que ele se concretizasse. Em certo sentido, podemos dizer que ele perseverou no projeto de Deus. E ainda foi além. O japonês perdeu a luta, mas Moisés foi vencedor, pois morreu confiando no cumprimento da promessa.
Pelo visto, Moisés era "japonês". E dos bons!
A partir de agora, quando o orgulho quiser fazer você parar e desistir, ore ao Senhor e não se esqueça de fazer como Cristiano: Eu sou japonês! Eu sou japonês! Eu sou japonês!...
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
sábado, 2 de fevereiro de 2008
O "Bloco" de Moisés
Música. Danças. Álcool. Fantasias. Luxúria. “Alegria” (entre aspas, mesmo). Junte todos esses ingredientes e o que você terá? Na mosca! O Carnaval. A festa mais aguardada do ano por aqueles que buscam “alegria”. Cada bloco que prometa doses maiores desse bem precioso. Contentamento. Prazer. É isso o que o carnaval promete. Foi isso o que Moisés e o seu “bloco” encontraram.
Não. Moisés não pulou em Salvador nem desfilou na Sapucaí. No entanto, seu “bloco”, apesar de modesto em número, era de fazer inveja a qualquer um. Vá até o capítulo 24 do livro do Êxodo e você compreenderá.
Deus ordena a Moisés que ele suba até a sua presença e leve consigo a Arão, Nadabe, Abiú e setenta dos anciãos de Israel (v.1). Eles assim o fazem, adoram ao Senhor e o que o Todo-Poderoso lhes proporciona paga qualquer ingresso. Vou deixar que o próprio Moisés narre:
“E viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade. Ele não estendeu a mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel; porém eles viram a Deus, e comeram, e beberam.” (vv.10-11).
Fico imaginando se Moisés conhecesse o carnaval. Ele não poderia acreditar que existisse algo mais inútil e passageiro. Na festa divina, se há alguma “avenida”, esta é pavimentada com safira e não com asfalto. Sua alegria não se baseia no álcool, mas na glória de Deus. E todos saem saciados, não com ressaca.
A pseudo-alegria carnavalesca precisa de alguns pré-requisitos: bebida, mulheres (ou homens), drogas. Na confraternização celeste, só a Presença já é satisfatória. Chamou-me a atenção o fato de que Deus “não estendeu a mão” sobre eles. Deus não lhes ofereceu nada além de um vislumbre do céu. Mesmo assim não consigo imaginar nenhum ancião emburrado, fazendo “beicinho” e reclamando: Deus nos trouxe até aqui e vamos voltar com as mãos abanando? Não. Nadabe não praguejou. Arão não saiu chutando as pedras do caminho. Eles estavam saciados. Entrever o Eterno já foi motivo suficiente para uma grande festa.
“(...) e comeram, e beberam.” (v.11).
Tenho uma sugestão para esses dias de “folia”. Enquanto muitos estiverem buscando sua “alegria” atrás dos trios elétricos, busque a Presença. Enquanto o álcool estiver regando a felicidade efêmera da maioria, fixe o olhar na eternidade. Enquanto as drogas e as DST’s se disseminam, coma e beba diante do Pai.
Assim, com certeza, quando todos estiverem cansados e frustrados, você estará saciado.
Não. Moisés não pulou em Salvador nem desfilou na Sapucaí. No entanto, seu “bloco”, apesar de modesto em número, era de fazer inveja a qualquer um. Vá até o capítulo 24 do livro do Êxodo e você compreenderá.
Deus ordena a Moisés que ele suba até a sua presença e leve consigo a Arão, Nadabe, Abiú e setenta dos anciãos de Israel (v.1). Eles assim o fazem, adoram ao Senhor e o que o Todo-Poderoso lhes proporciona paga qualquer ingresso. Vou deixar que o próprio Moisés narre:
“E viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade. Ele não estendeu a mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel; porém eles viram a Deus, e comeram, e beberam.” (vv.10-11).
Fico imaginando se Moisés conhecesse o carnaval. Ele não poderia acreditar que existisse algo mais inútil e passageiro. Na festa divina, se há alguma “avenida”, esta é pavimentada com safira e não com asfalto. Sua alegria não se baseia no álcool, mas na glória de Deus. E todos saem saciados, não com ressaca.
A pseudo-alegria carnavalesca precisa de alguns pré-requisitos: bebida, mulheres (ou homens), drogas. Na confraternização celeste, só a Presença já é satisfatória. Chamou-me a atenção o fato de que Deus “não estendeu a mão” sobre eles. Deus não lhes ofereceu nada além de um vislumbre do céu. Mesmo assim não consigo imaginar nenhum ancião emburrado, fazendo “beicinho” e reclamando: Deus nos trouxe até aqui e vamos voltar com as mãos abanando? Não. Nadabe não praguejou. Arão não saiu chutando as pedras do caminho. Eles estavam saciados. Entrever o Eterno já foi motivo suficiente para uma grande festa.
“(...) e comeram, e beberam.” (v.11).
Tenho uma sugestão para esses dias de “folia”. Enquanto muitos estiverem buscando sua “alegria” atrás dos trios elétricos, busque a Presença. Enquanto o álcool estiver regando a felicidade efêmera da maioria, fixe o olhar na eternidade. Enquanto as drogas e as DST’s se disseminam, coma e beba diante do Pai.
Assim, com certeza, quando todos estiverem cansados e frustrados, você estará saciado.
domingo, 13 de janeiro de 2008
E Se Deus Tivesse um Orkut?
Eu tentei. Eu juro que tentei. Fiz de tudo (ou quase tudo) para resistir. Estou falando do Orkut, site de relacionamentos da internet; uma espécie de lista de amigos virtual.
Para fazer parte dessa rede, era preciso receber um convite por e-mail. Recebi vários. Recusei inúmeros, até que resolvi ceder. Aceitei o convite, preenchi o “formulário”, consegui uma foto e pronto: entrei para o time dos “orkuteiros”.
Minha lista de amigos não é das maiores, mas me faz sentir privilegiado. Realmente, ter amigos (amigos de verdade) é um privilégio. Foi aí que parei para pensar: E se Deus tivesse um orkut?
Sei o que está pensando: Rodrigo, há algo que eu possa fazer para ajudá-lo a recuperar a sanidade? Calma! Se existe alguém que gosta de se relacionar, esse alguém é o Todo-Poderoso. Imagine.
Clicando em “ver amigos”, você encontra a lista de amigos divina. E vejam só quem está lá! Abraão. Deus gosta de conversar com ele, mas às vezes parece que o patriarca hesita quanto a isso.
O Senhor havia tomado uma decisão: destruir Sodoma e Gomorra. No entanto, antes de fazê-lo, ele avisa ao seu amigo Abraão (cf. Gênesis 18.17,18). Este, ao ficar a sós com Deus, passa a fazer uma série de questionamentos (ver Gênesis 18.23-33). Na verdade, a dúvida é apenas uma:
“E, aproximando-se a ele, disse: Destruirás o justo com o ímpio?” (v.23).
A partir daí, Abraão demonstra certo temor em prolongar o diálogo. Para ele, fazer perguntas a Deus poderia despertar ira no Criador. É um atrevimento tomar o tempo de Deus! Será? Se você leu o texto de Gênesis, deve ter tido a mesma impressão que eu tive. Em nenhum momento, Deus mostra impaciência ou pressa. Ele simplesmente responde a todas as perguntas de Abraão. Não havia motivos para temer. Abraão não entendia, naquele momento, que Deus não se cansa de estar conosco, de relacionar-se conosco.
Sim, Deus gosta de ter amigos e Abraão é um deles (cf. Tiago 2.23).
Muito bem. Volte para a página inicial do orkut divino (o chamado profile) e dê uma olhadinha na foto. O que você vê? Isso mesmo! A foto é de Jesus, o Filho de Deus. E nem adianta deixar um scrap (um recado, em “orkutês”) pedindo pra ver a foto do Pai. Moisés pediu para ver a sua glória e ele respondeu:
“(...) Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá” (Êxodo 33.20).
Jesus, porém, nos consola:
“Quem vê a mim vê o Pai (...)” (João 14.9).
Isso! Se quiser ver o Pai, é simples: olhe pra Jesus, a expressão exata de Deus (cf. Hebreus 1.3; Colossenses 1.15).
Se Deus gosta mesmo de se relacionar, deve revelar seu nome aos amigos, certo? Certo! Foi o que ele fez com Moisés (ele também está na lista de amigos).
“Disse Moisés a Deus: Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros” (Êxodo 3.13,14).
Está vendo? No profile celeste, ao lado da foto do Messias, está escrito o nome de Deus: EU SOU O QUE SOU.
Por fim, vamos ver as comunidades. Para mim, essa é a melhor parte. Quando estou com um tempinho extra, gosto de “fuçar” as comunidades dos meus amigos. Elas falam muito sobre a personalidade e as atividades deles. Dentre as comunidades divinas, duas me chamam a atenção: “Morri por você” e “Ressuscitado”.
Deus tem tanto interesse num relacionamento com seus filhos, que se fez homem para morrer em nosso lugar e nos dar acesso direto a Ele. E mais: ressuscitou e está vivo!
Dessa forma, Ele nos convida a entrarmos para sua rede de amigos. Sim, ele já enviou o convite. Basta aceitá-lo. E você se tornará amigo de Deus.
Com direito a foto sua no álbum celeste. Que tal?
Para fazer parte dessa rede, era preciso receber um convite por e-mail. Recebi vários. Recusei inúmeros, até que resolvi ceder. Aceitei o convite, preenchi o “formulário”, consegui uma foto e pronto: entrei para o time dos “orkuteiros”.
Minha lista de amigos não é das maiores, mas me faz sentir privilegiado. Realmente, ter amigos (amigos de verdade) é um privilégio. Foi aí que parei para pensar: E se Deus tivesse um orkut?
Sei o que está pensando: Rodrigo, há algo que eu possa fazer para ajudá-lo a recuperar a sanidade? Calma! Se existe alguém que gosta de se relacionar, esse alguém é o Todo-Poderoso. Imagine.
Clicando em “ver amigos”, você encontra a lista de amigos divina. E vejam só quem está lá! Abraão. Deus gosta de conversar com ele, mas às vezes parece que o patriarca hesita quanto a isso.
O Senhor havia tomado uma decisão: destruir Sodoma e Gomorra. No entanto, antes de fazê-lo, ele avisa ao seu amigo Abraão (cf. Gênesis 18.17,18). Este, ao ficar a sós com Deus, passa a fazer uma série de questionamentos (ver Gênesis 18.23-33). Na verdade, a dúvida é apenas uma:
“E, aproximando-se a ele, disse: Destruirás o justo com o ímpio?” (v.23).
A partir daí, Abraão demonstra certo temor em prolongar o diálogo. Para ele, fazer perguntas a Deus poderia despertar ira no Criador. É um atrevimento tomar o tempo de Deus! Será? Se você leu o texto de Gênesis, deve ter tido a mesma impressão que eu tive. Em nenhum momento, Deus mostra impaciência ou pressa. Ele simplesmente responde a todas as perguntas de Abraão. Não havia motivos para temer. Abraão não entendia, naquele momento, que Deus não se cansa de estar conosco, de relacionar-se conosco.
Sim, Deus gosta de ter amigos e Abraão é um deles (cf. Tiago 2.23).
Muito bem. Volte para a página inicial do orkut divino (o chamado profile) e dê uma olhadinha na foto. O que você vê? Isso mesmo! A foto é de Jesus, o Filho de Deus. E nem adianta deixar um scrap (um recado, em “orkutês”) pedindo pra ver a foto do Pai. Moisés pediu para ver a sua glória e ele respondeu:
“(...) Não me poderás ver a face, porquanto homem nenhum verá a minha face e viverá” (Êxodo 33.20).
Jesus, porém, nos consola:
“Quem vê a mim vê o Pai (...)” (João 14.9).
Isso! Se quiser ver o Pai, é simples: olhe pra Jesus, a expressão exata de Deus (cf. Hebreus 1.3; Colossenses 1.15).
Se Deus gosta mesmo de se relacionar, deve revelar seu nome aos amigos, certo? Certo! Foi o que ele fez com Moisés (ele também está na lista de amigos).
“Disse Moisés a Deus: Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós outros; e eles me perguntarem: Qual é o seu nome? Que lhes direi? Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros” (Êxodo 3.13,14).
Está vendo? No profile celeste, ao lado da foto do Messias, está escrito o nome de Deus: EU SOU O QUE SOU.
Por fim, vamos ver as comunidades. Para mim, essa é a melhor parte. Quando estou com um tempinho extra, gosto de “fuçar” as comunidades dos meus amigos. Elas falam muito sobre a personalidade e as atividades deles. Dentre as comunidades divinas, duas me chamam a atenção: “Morri por você” e “Ressuscitado”.
Deus tem tanto interesse num relacionamento com seus filhos, que se fez homem para morrer em nosso lugar e nos dar acesso direto a Ele. E mais: ressuscitou e está vivo!
Dessa forma, Ele nos convida a entrarmos para sua rede de amigos. Sim, ele já enviou o convite. Basta aceitá-lo. E você se tornará amigo de Deus.
Com direito a foto sua no álbum celeste. Que tal?
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
E Aí Vem Mais Um BBB...
Ouvi de novo. E sei que dentro de poucos minutos ouvirei mais uma vez. Enquanto escrevo estas linhas, a TV ligada na sala anuncia incansavelmente a estréia do famigerado BBB8 (Big Brother Brasil), instigando a curiosidade dos telespectadores para acompanharem o que se passa naquela que eles chamam de “a casa mais vigiada do Brasil”.
Milhares de pessoas tentaram participar desta edição do reality show, mas, como a casa não é tão grande assim, os quatorze (acho) participantes já foram selecionados (a dedo – diga-se de passagem).
Fiquei me perguntando por que o BBB é tão atraente. Por que milhões de pessoas em todo o Brasil param para assistir a esta versão corrompida da vida real? A resposta que encontrei foi esta: porque o pecado é sedutor.
Sinta o destilar do veneno de Satanás nas palavras de alguns participantes, de cujos nomes fiz questão de esquecer:
“Na vida diária eu não minto, mas lá dentro [na casa] vale tudo”.
“Jovem não namora, fica. Porque a gente pode ficar aqui, ali...”.
“Eu sou atraente e sei que os homens me desejam”.
Sentiu? A serpente do Éden está de volta no jardim do BBB e quer ludibriar qualquer Eva desavisada que esteja disposta a morder seu fruto nefasto. O fruto da mentira. O fruto da lascívia. O fruto da traição.
É por isso que milhões engordam o ibope do BBB em todo o país. Este programa revela escancaradamente vários sentimentos ruins que estão dentro das pessoas, e que elas não expressam totalmente. Portanto, acompanham aqueles que os trazem à tona. É a sociedade podre aplaudindo as obras da carne:
“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias [disputas, competição], emulações [querer igualar ou superar outro], iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.” (Gálatas 5.19-21).
Conseguiu identificar as obras da carne no Big Brother? Sim, deve ter sido fácil, não é mesmo? Para aqueles que gostam do “Big Trevas Brasil”, realmente, vale tudo para viver neste mundo. Até mesmo passar por cima das leis divinas. E eu, enquanto cristão, não posso me inclinar para dar ouvidos à serpente falante. Enquanto cristão, devo preocupar-me em me distanciar disso para me aproximar do Reino. Devo confrontar as mentiras sujas do Inimigo com a Palavra de Deus e perceber que jovem não foi feito para “ficar”, mas para vencer o maligno (cf. 1 João 2.14).
Sugiro que você também não se renda aos apelos do BBB. Jesus, nosso supremo “Big Brother” tem coisa melhor pra nós. E sua “Big Palavra” nos promete, ao final, um “Big Céu”. Não podemos trocar isso por nada.
Milhares de pessoas tentaram participar desta edição do reality show, mas, como a casa não é tão grande assim, os quatorze (acho) participantes já foram selecionados (a dedo – diga-se de passagem).
Fiquei me perguntando por que o BBB é tão atraente. Por que milhões de pessoas em todo o Brasil param para assistir a esta versão corrompida da vida real? A resposta que encontrei foi esta: porque o pecado é sedutor.
Sinta o destilar do veneno de Satanás nas palavras de alguns participantes, de cujos nomes fiz questão de esquecer:
“Na vida diária eu não minto, mas lá dentro [na casa] vale tudo”.
“Jovem não namora, fica. Porque a gente pode ficar aqui, ali...”.
“Eu sou atraente e sei que os homens me desejam”.
Sentiu? A serpente do Éden está de volta no jardim do BBB e quer ludibriar qualquer Eva desavisada que esteja disposta a morder seu fruto nefasto. O fruto da mentira. O fruto da lascívia. O fruto da traição.
É por isso que milhões engordam o ibope do BBB em todo o país. Este programa revela escancaradamente vários sentimentos ruins que estão dentro das pessoas, e que elas não expressam totalmente. Portanto, acompanham aqueles que os trazem à tona. É a sociedade podre aplaudindo as obras da carne:
“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias [disputas, competição], emulações [querer igualar ou superar outro], iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.” (Gálatas 5.19-21).
Conseguiu identificar as obras da carne no Big Brother? Sim, deve ter sido fácil, não é mesmo? Para aqueles que gostam do “Big Trevas Brasil”, realmente, vale tudo para viver neste mundo. Até mesmo passar por cima das leis divinas. E eu, enquanto cristão, não posso me inclinar para dar ouvidos à serpente falante. Enquanto cristão, devo preocupar-me em me distanciar disso para me aproximar do Reino. Devo confrontar as mentiras sujas do Inimigo com a Palavra de Deus e perceber que jovem não foi feito para “ficar”, mas para vencer o maligno (cf. 1 João 2.14).
Sugiro que você também não se renda aos apelos do BBB. Jesus, nosso supremo “Big Brother” tem coisa melhor pra nós. E sua “Big Palavra” nos promete, ao final, um “Big Céu”. Não podemos trocar isso por nada.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Feliz 2008! Sem Estresses...
O ano de 2007 foi embora. Chega o ano de 2008 e, juntamente com ele, surgem muitas expectativas. Os sonhos já existem; resta saber se eles serão concretizados. Os desejos são muitos, mas não sabemos o que será deles.
Comigo não é diferente. 2008 começa com muitos planos em minha mente e, por causa disso, a tendência é ficarmos ansiosos para alcançarmos os nossos objetivos. No entanto, Cristo tem um plano melhor para nós:
“Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?” (Mateus 6.25).
E Ele continua:
“Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” (v.34).
Sim. 2008 já chegou, meus planos já estão traçados, meu caderno de anotações está abarrotado. Porém, não posso ficar ansioso. Devo crer que o mesmo Deus que cuidou de mim em 2007 é poderoso para fazê-lo também em 2008. Devo estar cônscio de que, sem ele, nenhum de meus projetos prosperará. Devo submeter meu ano ao seu crivo perfeito para que eu seja realmente feliz.
Confiança. Esta é a palavra-chave para o novo ano. Confiança em que o Pastor não vai deixar faltar nada.
Assim, teremos, de fato, um feliz e próspero ano novo: vivendo cada um dos 366 dias de cada vez.
Comigo não é diferente. 2008 começa com muitos planos em minha mente e, por causa disso, a tendência é ficarmos ansiosos para alcançarmos os nossos objetivos. No entanto, Cristo tem um plano melhor para nós:
“Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?” (Mateus 6.25).
E Ele continua:
“Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal.” (v.34).
Sim. 2008 já chegou, meus planos já estão traçados, meu caderno de anotações está abarrotado. Porém, não posso ficar ansioso. Devo crer que o mesmo Deus que cuidou de mim em 2007 é poderoso para fazê-lo também em 2008. Devo estar cônscio de que, sem ele, nenhum de meus projetos prosperará. Devo submeter meu ano ao seu crivo perfeito para que eu seja realmente feliz.
Confiança. Esta é a palavra-chave para o novo ano. Confiança em que o Pastor não vai deixar faltar nada.
Assim, teremos, de fato, um feliz e próspero ano novo: vivendo cada um dos 366 dias de cada vez.
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